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domingo, 10 de setembro de 2017

ATIVIDADE DE CRIAÇÃO A PARTIR DE LEITURA (ESCRITA - GÊNERO TEXTUAL: CONTO)


Escrevendo uma carta para o autor do livro

Pegue um livro na biblioteca, leia, observando os seguintes aspectos:

Nome do livro;
Nome do autor;
Enredo;
Personagens;
Tempo;
Espaço.


Faça as anotações solicitadas, pois o objetivo é escrever uma carta ao autor da obra, fazendo perguntas ou reclamando contra o destino dado a uma personagem.


Boa leitura!!!






sábado, 19 de agosto de 2017

ATIVIDADE DE CRIAÇÃO A PARTIR DA LEITURA (ESCRITA E ORAL)

10. Conte seu livro em um minuto
Leia um livro infantojuvenil e faça um resumo dessa obra para contar aos seus colegas de sala de aula.

Atenção: você deverá apresentá-lo em apenas um minuto.

A classe votará na história mais bem contada.

Data da realização: ____________


Boa leitura!!!






sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ATIVIDADE DE CRIAÇÃO A PARTIR DA LEITURA (ESCRITA)

9. Leitura de livro infantojuvenil

1.      Qual é o nome da história? Esse título despertou seu interesse?
2.       Qual é o nome do autor?
3.       Qual é o nome do ilustrador?
4.       Qual é o nome da editora?
5.      O livro foi de fácil entendimento?
6.       A história fala do quê?
7.       Quem são os personagens da história?
8.       O que mais lhe chamou atenção nesta história?
9.       Qual a mensagem que o livro transmite? Quais valores humanos?
10.  Escreva a parte da história que você mais gostou:


PRODUÇÃO TEXTUAL

11.   Faça a biografia do autor (a) do livro lido.

Boa leitura!!!






quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PRODUÇÃO TEXTUAL - CRÔNICA

  Leia os primeiros parágrafos e continue a crônica.

_______________________________________________


Deu-se que Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.
Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.
O pai chamou Pedrinho e perguntou:




PRODUÇÃO TEXTUAL - CONTO



Leia os primeiros parágrafos de um conto de Edson Gabriel Garcia e continue a história.


_______________________________________________



— Não suporto chuva!
— E adianta muito você dizer isso, Renato? Ela vai continuar caindo do mesmo jeito.
— Eu sei, Fê. Mas pelo menos eu posso reclamar?
— Pode, ué... não adianta nada, mas ninguém impede você de falar.
Renato e Fernando eram amigos há tempos. Estudavam na mesma classe desde a primeira série. Moravam no mesmo condomínio, jogavam bola juntos, faziam parte do mesmo grupo e... por ironia do destino, gostavam da mesma garota, a Marina, ela também da mesma classe e moradora no mesmo condomínio. Marina era a única diferença entre os dois. E que diferença! Embora os dois soubessem do interesse de um e do outro por ela, ambos não tocavam no assunto, não se provocavam, não disputavam abertamente os olhares e atenções de Marina. Assim a vida caminhava e a chuva caía.
(...)
A chuva continuava, sem dó nem piedade, sem interrupção. Não era um temporal, mas caía sem parar, molhando tudo. Na porta e portão de entrada e saída da escola, logo após o sinal de encerramento das aulas, os alunos foram se aglomerando, uns esperando um ligeiro abrandamento da chuva para sair correndo ou se arriscar com guarda-chuva. Uns esperavam o tempo passar e outras não esperavam nada.
Entre eles, Renato, Fernando e Marina esperavam alguma coisa. Renato olhou, procurou a mãe e não a viu. Respirou aliviado. Já era grande o suficiente para ir embora sozinho, sem a incômoda carona da mãe. Nem ele nem Fernando tinham guarda-chuva, e o jeito era esperar a chuva diminuir. Enquanto esperavam, os dois olhavam de rabo de olho para Marina, dois ou três metros distantes deles, também ela no meio da aglomeração esperando alguma coisa. Ela retribuiu o olhar para os meninos e junto mandou um sorriso bonito. Tinha nas mãos uma sombrinha e já se preparava para ir embora sozinha, debaixo da sombrinha e da chuva. Antes de enfrentar a água aproximou-se dos dois amigos, um jeito meigo e macio de conversar, e disse:

— Dá pra levar um dos dois aqui.
























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