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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ATIVIDADE DE CRIAÇÃO A PARTIR DA LEITURA (ESCRITA)

9. Leitura de livro infantojuvenil

1.      Qual é o nome da história? Esse título despertou seu interesse?
2.       Qual é o nome do autor?
3.       Qual é o nome do ilustrador?
4.       Qual é o nome da editora?
5.      O livro foi de fácil entendimento?
6.       A história fala do quê?
7.       Quem são os personagens da história?
8.       O que mais lhe chamou atenção nesta história?
9.       Qual a mensagem que o livro transmite? Quais valores humanos?
10.  Escreva a parte da história que você mais gostou:


PRODUÇÃO TEXTUAL

11.   Faça a biografia do autor (a) do livro lido.

Boa leitura!!!






quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PRODUÇÃO TEXTUAL - CRÔNICA

  Leia os primeiros parágrafos e continue a crônica.

_______________________________________________


Deu-se que Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.
Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.
O pai chamou Pedrinho e perguntou:




PRODUÇÃO TEXTUAL - CONTO



Leia os primeiros parágrafos de um conto de Edson Gabriel Garcia e continue a história.


_______________________________________________



— Não suporto chuva!
— E adianta muito você dizer isso, Renato? Ela vai continuar caindo do mesmo jeito.
— Eu sei, Fê. Mas pelo menos eu posso reclamar?
— Pode, ué... não adianta nada, mas ninguém impede você de falar.
Renato e Fernando eram amigos há tempos. Estudavam na mesma classe desde a primeira série. Moravam no mesmo condomínio, jogavam bola juntos, faziam parte do mesmo grupo e... por ironia do destino, gostavam da mesma garota, a Marina, ela também da mesma classe e moradora no mesmo condomínio. Marina era a única diferença entre os dois. E que diferença! Embora os dois soubessem do interesse de um e do outro por ela, ambos não tocavam no assunto, não se provocavam, não disputavam abertamente os olhares e atenções de Marina. Assim a vida caminhava e a chuva caía.
(...)
A chuva continuava, sem dó nem piedade, sem interrupção. Não era um temporal, mas caía sem parar, molhando tudo. Na porta e portão de entrada e saída da escola, logo após o sinal de encerramento das aulas, os alunos foram se aglomerando, uns esperando um ligeiro abrandamento da chuva para sair correndo ou se arriscar com guarda-chuva. Uns esperavam o tempo passar e outras não esperavam nada.
Entre eles, Renato, Fernando e Marina esperavam alguma coisa. Renato olhou, procurou a mãe e não a viu. Respirou aliviado. Já era grande o suficiente para ir embora sozinho, sem a incômoda carona da mãe. Nem ele nem Fernando tinham guarda-chuva, e o jeito era esperar a chuva diminuir. Enquanto esperavam, os dois olhavam de rabo de olho para Marina, dois ou três metros distantes deles, também ela no meio da aglomeração esperando alguma coisa. Ela retribuiu o olhar para os meninos e junto mandou um sorriso bonito. Tinha nas mãos uma sombrinha e já se preparava para ir embora sozinha, debaixo da sombrinha e da chuva. Antes de enfrentar a água aproximou-se dos dois amigos, um jeito meigo e macio de conversar, e disse:

— Dá pra levar um dos dois aqui.
























PRODUÇÃO TEXTUAL - CARTA

Leia os textos a seguir:

TEXTO I

Gente é bicho e bicho é gente

Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso! Fui ontem à cidade com minha mãe e você não faz ideia do que eu vi. Uma coisa horrível, horripilante, escabrosa, assustadora, triste, estranha, diferente, desumana... E eu fiquei chateada.

Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo. E sabe o que ele estava procurando? Ele buscava, no lixo, restos de alimento. Ele procurava comida!
Querido Diário, como pode isso? Alguém revirando uma lata cheia de coisas imundas e retirar dela algo para comer? Pois foi assim mesmo, do jeitinho que estou contando. Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!! Devia estar horrível!
Mas o homem parecia bastante satisfeito por ter encontrado aqueles restos. Na mesma hora, querido Diário, olhei assustadíssima para a mamãe. Ela compreendeu o meu assombro. Virei para ela e perguntei: “Mãe, aquele homem vai comer aquilo?” Mamãe fez um “sim” com a cabeça e, em seguida, continuou: “Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?”.
É verdade! Muitas vezes, eu me recuso a comer chuchu, quiabo, abobrinha e moranga. E larguei no prato, duas vezes, um montão de repolho, que eu odeio! Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada!
Vendo aquela cena, ainda me lembrei do Pó, nosso cachorro. Nem ele come uma comida igual àquela que o homem buscou do lixo. Engraçado, querido Diário, o nosso cão vive bem melhor do que aquele homem. Tem alguma coisa errada nessa história, você não acha?
Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer comida limpinha? Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho? Naquela noite eu rezei, pedindo que Deus conserte logo este mundo. Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos. Só assim, eu consegui adormecer um pouquinho mais feliz.  

                                                                  (Pedro Antônio Oliveira)


TEXTO II
O bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.

(Manuel Bandeira)


Texto III

Comida


Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comida
A gente quer comida, diversão e arte.
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte.
A gente não quer só comida
A gente quer bebida, diversão, balé.
A gente não quer só comida
A gente quer a vida como a vida quer.
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comer,
a gente quer comer, quer fazer amor.
A gente não quer só comer,
a gente quer prazer pra aliviar a dor.
A gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
A gente não quer só
dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade. 



(Arnaldo Antunes)




Produção textual
           
Durante a leitura dos textos: Gente é bicho e bicho é gente, O bicho e Comida, você teve a oportunidade de refletir sobre a problemática da fome. Sua tarefa é criar uma carta pessoal, cujo remetente é a narradora do texto I (CRIE UM NOME PARA ELA) e cujos destinatários são as “Crianças do Mundo”. Nessa carta, a remetente deve falar sobre a situação dramática que presenciou, por que razão decidiu escrever essa carta, apresentar soluções para o problema da fome e de que modo os destinatários podem ajudá-la. Em seu texto, a cidade de onde a remetente envia a carta deve ser “Brasília”.

Não se esqueça de:

• seguir as características estruturais do gênero textual solicitado (nome do local, data, vocativo, entre si, despedida, assinatura do remetente, deixe uma linha após a data, após o vocativo e antes da assinatura);
• utilizar o padrão culto da linguagem (palavras escritas corretamente; frases de sentindo completo, bem estruturadas e pontuadas adequadamente);
• escrever um texto entre 20 e 25 linhas;
• fazer o alinhamento adequado dos parágrafos e parágrafos concatenados de acordo com o gênero;
• assinar com o nome criado para a personagem.
• O texto não pode fugir do tema e/ou das características estruturais do gênero solicitado.



 “Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã. [...] Palavra, palavra (digo exasperado), se me desafias, aceito o combate.”



(Carlos Drummond de Andrade)

 a vi

PRODUÇÃO TEXTUAL - CRÔNICA


Gênero textual: Crônica




























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